“E eu sou isso, esse emaranhado de coisas e sentimentos que, por volta, consegue ser útil quando se trata de amor. E quando não se trata, procura ser o mais irreverente possível. Eu sou tudo isso, ou quase tudo. Talvez isso só seja o meu interior dizendo que eu tenho impacto na vida, não só na minha, mas também não na de todos, mas na de alguns. Pode ser o meu interior falando o quão bom eu posso ser ou o quão bom eu sou, mas meu exterior não reflete essa gratidão com a vida, tampouco com o amor. Está aí: eu sou tudo isso, ou quase tudo. Possivelmente nada.”
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