terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Caio Fernando Loureiro de Abreu,
nasceu em 12/09/1948, em Santiago, RS. Jornalista e escritor, reconhecido como um dos expoentes de sua geração. Ainda jovem foi morar em Porto Alegre, onde cursou Letras e Arte Dramática na UFRGS, mas abandonou tudo para ser jornalista. Trabalhou nas revistas Nova, Manchete, Veja e Pop, foi editor da revista Leia Livros e colaborou em diversos jornais: Correio do Povo, Zero Hora, O Estado de São Paulo e Folha de SãoPaulo. (...) Seu estilo é econômico e bem pessoal, fala de sexo, medo, morte e, principalmente, de angustiante solidão. Apresenta uma visão dramática do mundo moderno e é considerado um "fotógrafo da fragmentação contemporânea".  
Faleceu em 25/02/1996, devido a Aids.


Obras

  • Semana de Artes Modernas
  • Inventário do Irremediável, contos;
  • Limite Branco, romance;
  • O Ovo Apunhalado, contos;
  • Pedras de Calcutá, contos;
  • Morangos Mofados, contos;
  • Triângulo das Águas, novelas;
  • As Frangas, novela infanto-juvenil;
  • Os Dragões não conhecem o Paraíso, contos;
  • A Maldição do Vale Negro, peça teatral;
  • Onde Andará Dulce Veiga?, romance;
  • Bien loin de Marienbad, novela;
  • Ovelhas Negras, contos;
  • Mel & Girassóis, antologia;
  • Estranhos Estrangeiros, contos;
  • Pequenas Epifanias, crônicas;
  • Teatro Completo;
  • Cartas, correspondência;
  • Molto lontano da Marienbad, Ediz. Zanzibar, Milano 1995, contos;
  • I Draghi non conoscono il Paradiso, Ediz. Quarup, Pescara 2008, contos;
  • Dov'è finita Dulce Veiga, Ediz. La nuova Frontiera, Roma 2011, romance;
  • Triangolo delle acque, Ediz. Quarup, Pescara 2013, contos;
  • Pra sempre teu, Caio F.