Sempre fui interessada
por caras com uma vida duvidosa. Não sei explicar, mas o errado me
atraia. Porém, numa dessas acabei me envolvendo com um cara que
cometia pequenos furtos, mas não sabia. Achava apenas que era um
cara revoltado com a vida.
Estávamos numa loja,
comentei que iria ver uns celulares, queria trocar o meu e ele me
disse que iria “ver umas coisas”. De repente, ele vem com uma
expressão de nervoso e me puxa pelo braço a fim de me tirar da
loja, questionei e ele disse apenas: “Vamos logo!”.
Saímos de lá quase
que correndo, o detector da loja apitou e ele correu, mas não correu
sozinho, correu comigo e foi nessa que 'dancei'. A polícia nos
pegou, neguei sem parar que não sabia, mas não tinha muito o que
contar a meu favor: Estava eu correndo de mãos dadas com o cara que
roubou a loja.
Fui encaminhada para
uma prisão, somente mulheres. Menos mal (ou não). Ao entrar,
percebi eu era a sexta ali dentro e acho que a única hetero. Fiquei
assustada, elas me olhavam com um olhar que não consegui descrever
muito bem, fui para um canto esperar o dia amanhecer. Permaneci
calada, até a noite chegar,quando uma delas começou a puxar
assunto:
-Laís.
-Belo nome, quantos
anos tem?
-20.
Não queria muito
assunto, estava assustada, querendo apenas que o dia acabasse logo e
o mal entendido fosse resolvido. Porém, a noite durou mais do que eu
poderia imaginar...
-Como é?
-É isso mesmo, você é nova aqui. Precisa pagar por sua estadia.
-Mas não tenho dinheiro aqui. Estou aguardando, pois provalmente minha situação será resolvida amanhã cedo.
-Acho que você não entendeu. Não se paga com dinheiro, aqui você paga com o seu corpo.
Meus olhos se
arregalaram, um medo subiu em mim e quando me deu conta, Beth me
pegou pelo braço e começou a chupar meu pescoço e tentar beijar
minha boca. ( Beth era uma mulher
de uns 35 anos, masculina e com sede por sexo )
Gritei e pedi ajuda
para as outras mulheres que estavam conosco, mas em vão. Elas riam
da situação e ninguém aparecia. Até que uma delas tampou minha
boca com um pedaço de pano e não pude mais gritar. Beth tirou toda
a minha roupa com a ajuda das outras mulheres e amarrou meus braços
nas grades da cela ao lado. Nua, fiquei totalmente exposta, braços
para o alto amarrados, seios a mostra e meus pés mal tocavam o chão.
Duas das mulheres seguraram cada uma minhas pernas, me abrindo de
forma bruta, enquanto Beth chupava meus seios e ia descendo até
chegar na minha buceta. Eu me sacudia, ainda apavorada com a
situação, mas era em vão. Beth começou a me chupar, uma chupada
que nunca senti com os caras que já me envolvi. Me chupava com tesão
e selvageria. Percebi que quanto mais me sacudia, mais gostoso
ficava, parecia que eu estava seguindo o movimento do sexo que ela
estava fazendo. Aos invés de gritos, me peguei expressando gemidos
de prazer. Minha buceta estava molhada, como há muito tempo não
ficava, comecei a sentir um tesão diferente, até porque nunca tinha
feito sexo com uma mulher. De forma violenta, Beth introduziu de uma
só vez seus dois dedos. Senti dor, mas depois uma onda de prazer
tomou conta de mim. Não precisava mais da ajuda das duas mulheres
para segurar minhas pernas, o prazer que eu estava sentindo já era o
suficiente para eu me arreganhar sozinha. A mistura de novidade,
pessoas nos olhando transar fez em mim surgir um prazer diferente.
Nunca tive nenhuma experiência similar. Me senti vítima, puta,
inocente e culpada por estar sentindo prazer. Mas foda-se, naquela
hora eu só estava querendo gozar.
Beth me soltou, me
pegou pelo colo e me colocou de quatro no chão da cela. Não sei
como, mas quando me dei conta ela já estava me penetrando com um
consolo e tocando meu clitóris com uma das mãos. Não demorou muito
tempo e uma outra mulher veio em minha direção, deitou no chão e
mandou que a chupasse. Lá estava eu, de quatro, sendo penetrada por
uma mulher e chupando uma outra. O gosto de buceta era estranho, mas
eu estava gostando daquilo. Depois de um tempo, Beth me pegou de
volta, estava me sentindo sua propriedade. Deitada no chão, Beth fez
um sinal pra eu sentar em sua cara e não pensei duas vezes. Sentei e
comecei a fazer o que faço de melhor, rebolei na cara dela, pensei
que depois de rebolar eu ia gozar, mas Beth não deixou. Ainda com a
buceta em sua cara, ela me fez ficar de quatro enquanto uma outra
mulher com o consolo penetrava em meu cu. Que sensação gostosa de
invasão, não sabia mais onde estava vindo mais prazer, de forma
violenta fui penetrada, sentia meu cu piscando como se quisesse mais.
Sendo penetrada e chupada ao mesmo tempo não tive outra opção:
gozei. Gozei como jamais havia gozado antes. Sentia minhas pernas
tremulas, me dei conta de que estava com meus pulsos roxos e com
dores nos braços e pernas. Fiquei por uns segundos sem saber como
agir. Sem coragem para encarar quem quer que fosse.
Peguei minhas
roupas, vesti e quando olhei, um guarda veio, já era dia e ele iria
me soltar. Fiança paga, liberdade garantida e a sensação de que
deixei ali algo valioso: Minha dignidade, meu prazer e meu gozo.
.Estrella.
